Criptomoedas

Criptomoedas

O que são criptomoedas e como lucrar com segurança?


As criptomoedas vem ganhando cada vez mais espaço no mercado e talvez, você já tenha ouvido falar em algum momento sobre isso em um noticiário de TV ou até mesmo navegando na internet.


Mas o que é uma criptomoeda? Como funcionam e para que servem?

Como ganhar dinheiro com criptomoedas?


Pensando nisso, criamos esse guia para que você possa entender de vez o que são criptomoedas e também como investir em criptomoedas nesse mercado digital.


Fique por aqui e saiba tudo sobre criptomoedas e entenda mais sobre esse mundo de moedas digitais.

  • O que são criptomoedas
  • O que é e como funciona blockchain
  • O que é mineração de criptomoedas
  • Qualquer pessoa pode minerar criptomoedas?
  • Como funcionam e para que servem as criptomoedas
  • Como comprar criptomoedas no Brasil
  • O que é carteira digital?
  • É seguro comprar criptomoedas?
  • Como ganhar dinheiro com criptomoedas
  • Quais são as principais criptomoedas
  • Como e quando surgiram as criptomoedas

O que são criptomoedas?

Umacriptomoeda nada mais é do que um tipo de dinheiro, porém em formato digital.

Elas são diferentes do real, do dólar ou de qualquer outro tipo de moeda, pois não podemos tocá-las ou guardá-las embaixo do colchão, como alguns de nossos pais faziam.

Elas são verdadeiras tanto quanto o dinheiro que conhecemos, porém só existem no mundo digital.

Imagine o cartão de crédito, onde você usa ele e compra alguma coisa só utilizando um “pedaço de plástico” e uma senha, mas sem ter o dinheiro na mão de fato. As criptomoedas tem o mesmo princípio e você pode usar elas para comprar alguma coisa em locais/serviços que a aceitam.

É possível (e necessário) usar dinheiro para comprar criptomoedas e também dá para fazer saques ao converter o valor de saque para real, dólar ou qualquer outra moeda física. Abaixo falaremos mais sobre como comprar criptomoedas.

Por isso, para termos criptomoedas é preciso armazená-las em uma carteira digital, conhecida também como wallets. Parece complicado, mas não é. Uma exchange é semelhante à casas de câmbio tradicionais, porém, que existe somente no ambiente digital.

Sendo assim, podemos dizer que uma exchange é uma plataforma eletrônica que facilita a compra, a venda e a troca de moedas digitais e tokens. Sabemos que a nossa moeda, o real, é controlada pelo banco central, ele é o intermediário.

Diferentemente disso, as criptomoedas não são controladas por um órgão ou governo responsável, quem faz isso são os próprios usuários, por isso são denominadas também como moedas digitais descentralizadas.

Atualmente existem milhares de criptomoedas diferentes, cada uma com um propósito, mas todas com o objetivo de melhorar a segurança e a eficiência na troca de ativos financeiros, e democratizar a distribuição e produção de dinheiro no mundo.

O que é e como funciona blockchain

O Blockchain, que em sua tradução literal significa corrente de blocos,é uma tecnologia que garante a segurança das transações com criptoativos (criptomoedas), pois permite rastrear o envio e o recebimento de informações das criptomoedas pela internet.

Para deixar mais claro podemos dizer que, a tecnologia blockchain é como um livro contábil público, armazenado na rede e que funciona como um banco de dados que armazena de forma segura e transparente tudo que é colocado nele, não sendo possível fazer alterações, somente novos registros.

Nesses blocos, ficam armazenadas as informações como dados dos valores e os sujeitos envolvidos, além do “hash’ de identificação do bloco. Hash é um código criptografado que resume e identifica tudo o que está dentro daquele bloco de informação.

Um blockchain é formado por uma cadeia de blocos de informações.

Esses blocos de cálculos são enfileirados de maneira que um bloco de informação fica atrelado ao bloco seguinte. Ou seja, para formar um novo bloco é necessário o bloco anterior.

É exatamente por esse sistema que acontece o funcionamento e transação das criptomoedas.

Veja abaixo um exemplo de de como funciona uma blockchain:

Para os mais técnicos, detalhamos o funcionamento:

Depois de criado o hash 1 do bloco 1, ele vai ser inserido junto com o conteúdo do próximo bloco, no caso o bloco 2.

Essas informações serão todas misturadas de forma aleatória para criar o hash 2. Por isso o bloco 2 resume todo o conteúdo do seu bloco e também do bloco anterior, porque o hash 1 foi inserido dentro do conteúdo do bloco 2 e assim sucessivamente.

O hash 3 vai ser o resumo criptográfico do bloco 3, que também contém em seu conteúdo o hash do bloco 2 anterior. É através dessas funções de hash que acontece o encadeamento da rede, ou seja, os blocos seguintes sempre terão um resumo do bloco anterior.

O blockchain também pode ser considerado um sistema de registros distribuído, pois todos os computadores que ajudam a processar a rede possuem cópias de todos os blocos de informações que já foram criadas e já passaram pela rede.

Se qualquer informação já existente for alterada, vai acontecer a mudança da hash do bloco que não vai bater com toda a cadeia de hash já consolidada. As informações podem somente ser adicionadas e não alteradas.

Dessa forma, a rede não vai aceitar uma mudança porque não fecha com a cópia do blockchain que todo mundo tem salvo em seus computadores.

É por isso que o blockchain é um mecanismo extremamente seguro e inteligente, porque não precisa mais de um único servidor para armazenar a informação, pois os dados ficam distribuídos de forma descentralizada com milhares de cópias em vários computadores.

Falando sobre a segurança desse sistema, para destruir uma blockchain seria preciso destruir todas as cópias que existem. Esse sistema garante também que nenhum dado seja perdido, pois todos podem verificar a veracidade dos registros, tudo é feito em tempo real de forma sincronizada e transparente.

Como citado anteriormente, não existe uma autoridade central ou um órgão governamental que acompanhe essas transações, portanto, elas precisam ser registradas e validadas uma a uma por um grupo de pessoas de forma automática, que usam seus computadores para gravá-las na programação blockchain.

Essas pessoas são chamadas de mineradores, e esse processo é chamado de mineração. nVeja abaixo como é feito esse processo e entenda o que significa mineração de criptomoedas.

O que é mineração de criptomoedas?

A mineração de criptomoedas é o nome dado ao processo de validação e inclusão de novas transações na blockchain.


Vamos abordar aqui como exemplo a mineração de Bitcoins, mas o processo de mineração de outras moedas é bem semelhante O processo de criação de novas unidades de Bitcoin é muito parecido com a busca por ouro, daí vem o conceito de mineração de criptomoedas.

Nessa rede todas as operações e transações são registradas pelos computadores dos chamados mineradores. Eles verificam a autenticidade dessas operações e em troca recebem um pagamento em criptomoeda.


No ouro, os mineradores ficam cavando as jazidas até encontrar o metal precioso, já na rede de Bitcoin, os mineradores fazem cálculos de probabilidade até encontrar a resposta correta para fechar cada bloco de informação.


Depois de encontrar a resposta correta, os mineradores apresentam esse cálculo do bloco fechado para toda rede verificar se está realmente correto. Se estiver, a rede segue adiante adicionando o próximo bloco nessa corrente de informações.


Esse processo todo é chamado de Proof of Work (prova de trabalho), onde toda a rede acompanha os cálculos de cada bloco e verifica se a conta está certa ou não. É assim que o blockchain do Bitcoin atinge o consenso sobre o que é processado em toda a rede. O minerador que fechar o primeiro bloco recebe Bitcoin como recompensa.


Podemos dizer que os mineradores usam seu poder computacional para permitir a existência desse livro contábil de criptomoedas que é o blockchain. Assim como faz um banco central ao “imprimir” dinheiro, a mineração é a responsável por colocar mais criptomoedas em circulação.


A diferença é que, no caso das criptomoedas, não há uma autoridade gerenciando o processo – tudo é regido por algoritmos. O processo é executado em computadores muito sofisticados que resolvem problemas matemáticos computacionais extremamente complexos.


Podemos fazer uma analogia com um jogo de quebra-cabeças, a lógica da rede Bitcoin funciona como montar um. Os mineradores ficam procurando as peças do quebra-cabeças, tentando formar a imagem do jogo.


Quando eles encontram a peça que faltava, é muito fácil todo mundo perceber e verificar se a imagem está correta ou não. É um mecanismo bastante transparente e todos acompanham em tempo real os resultados.


Trouxemos essa analogia do jogo de quebra-cabeças porque o Bitcoin usa justamente a teoria dos jogos.


A rede inteira compete para chegar primeiro no resultado matemático e receber Bitcoins antes que eles acabem, porque os Bitcoins tem um número limite que a rede pode criar. O número de Bitcoins que podem ser minerados é de 21 milhões.


Desses, mais de 18 milhões já foram criados. Isso quer dizer que em 13 anos de Bitcoins 80% da oferta já existe, e os últimos 20%, menos de 3 milhões vão demorar 120 anos para serem entregues aos mineradores.


Esse efeito se chama halving ( “cortar pela metade”, em português), pois a cada ciclo a quantidade de Bitcoins criados reduz pela metade.

Considerando isso, o último Bitcoins deve ser minerado por volta do ano de 2140.

Qualquer pessoa pode minerar criptomoedas?

Bom, lá no início da criação do Bitcoin de 2009 a 2013, qualquer pessoa com um computador, uma CPU poderia minerar e receber muitos Bitcoins por isso.


Porém, depois que a rede amadureceu e mais participantes entraram, a dificuldade desses cálculos também aumentou, devido ao famoso “ajuste de dificuldade” que acontece a cada 2 semanas.


Isso quer dizer que, quantos mais participantes, existem mais computadores processando os cálculos e competindo para resolver os blocos, mais poder computacional entra na rede.

Então o próprio algoritmo do Bitcoin ajusta a dificuldade dos cálculos de acordo com esse poder computacional da rede.


Esse processo de ajuste se chama Hashrate e ele tem aumentando muito nos últimos anos.


Por um lado é bom, pois torna a rede mais segura, pois para atacar uma rede com hashrate alto, é necessário máquinas muito potentes e muita energia, o que fica cada vez mais difícil quando a rede cresce.


É por isso que quem usava computador caseiro, CPU, precisou depois de um tempo de placas de vídeos dedicadas, chamadas de GPUs para minerar Bitcoins.


Porém, depois de mais um tempo, essas GPUs também se tornaram mais lentas e ficaram obsoletas frente às novas tecnologias da rede blockchain.


Devido a esse avanço toda uma indústria se criou ao redor da mineração e com isso máquinas específicas foram criadas, as ASICS, que são equipamentos de computador baseados em circuitos ou chips integrados e desenvolvidos para executar funções muito específicas.


No caso da mineração de Bitcoins funciona como um conjunto otimizado de processadores específicos por excelência para mineração de blocos.


Hoje em dia existem galpões gigantescos com inúmeras máquinas de mineração, com uma estrutura muito forte para mineração de Bitcoin, por isso que, minerar Bitcoin do computador caseiro em casa, no Brasil, não vale tanto a pena.

Como funcionam e para que servem as criptomoedas?

As criptomoedas tem a mesma funcionalidade do dinheiro físico em si, porém de forma digital. Portanto, podemos dizer que:

  • Servem como meio de troca ,sendo utilizadas para a compra de produtos e consumo de serviços
  • Como reserva de valor, ou seja, investidores começaram a enxergar as criptomoedas como investimento
  • Variação de preço
  • Transferência de valores pela internet sem depender de instituições centralizadas (bancos)


Basicamente sua função é permitir transações de compra e venda de bens e serviços.

Já existem muitas empresas ao redor do mundo e até algumas aqui no Brasil, que aceitam pagamento comcriptomoedas.

Como comprar criptomoedas no Brasil

Existem diversas formas atualmente de se comprar criptomoedas, veja:

  • Exchange: semelhante a uma corretora tradicional, o usuário precisa escolher uma e abrir uma conta. Há taxas de saques e transferências, o investimento mínimo varia de uma corretora de criptomoedas para outra
  • ETFs: fundos de investimentos que podem ser negociados na bolsa de valores como uma ação. Para isso é necessário abrir uma conta em alguma corretora de valores que existem. Importante lembrar que, na hora da compra, precisa pagar taxas de corretagem e de custódia para as corretoras
  • Fundos de investimento: criados por gestoras e corretoras para os investidores iniciantes que integram uma solução de fundos temáticos para o varejo, profissionais qualificados. Portanto, o cadastro vai depender da opção de enquadramento
  • Transação P2P: é um tipo de transação entre usuários sem intermediários, você pode comprar diretamente de alguém que tenha a criptomoeda


E isso é tão simples quanto abrir uma conta em uma corretora tradicional ou ter uma conta corrente em um banco digital.


Atualmente, de acordo com o CoinMarketCap, existem mais de 390 exchanges ao redor do mundo.


Tenha em mente que o mundo das criptomoedas é muito volátil e um dos mercados de maior risco do mercado financeiro.


Por isso, mesmo os maiores entusiastas desse ativo recomendam que uma carteira de investimentos tenha cerca de 2% apenas emcriptomoedas, podendo chegar a 5% para os mais arrojados.

O que é carteira digital?

É um recurso virtual, conhecido também como wallets, responsável por guardar o acesso aos fundos de investimento em criptomoedas.


Uma carteira digital se assemelha bastante com uma conta em um banco, por onde você pode acessar serviços e produtos da instituição financeira.


Porém, diferentemente disso, onde o banco fica com a posse do seu dinheiro e tem total controle de suas ações, a maioria das carteiras digitais permite que o próprio usuário gerencie os processos, exercendo controle total sobre os fundos.


Quando se inicia o processo de configuração de uma carteira digital a primeira função a ser criada se chama Seed (semente, em português).


A seed é como se fosse uma senha mestre, formada por um total de 12 ou 24 palavras em inglês, essa é a informação mais importante para alguém que tenha uma carteira digital, pois, caso ocorra algum problema que impeça de ter acesso a carteira, é por meio dessa senha seed que se pode recriar ou recuperar a carteira perdida.


Também é gerado uma chave privada e uma pública. A chave privada é feita para desbloquear e dar acesso ao usuário para gastar as criptomoedas correspondentes a sua conta.


Já a chave pública, corresponde ao endereço da carteira e como o próprio nome diz, o fato de ser pública pode ser compartilhado com outras pessoas.


Uma carteira digital pode conter várias criptomoedas, cada uma com seu endereço e com suas chaves.


Podemos então afirmar que, através do seu mecanismo de segurança criptografado, a carteira digital além de proteger suas chaves, dá acesso ao usuário à rede blockchain correspondente a moeda escolhida.


Existem alguns modelos de carteiras digitais com funções distintas, veja:

  • Carteiras custodiantes: são aquelas que armazenam suas chaves e têm controle sobre os seus fundos de investimentos. Normalmente as exchanges utilizam esse formato de carteira custodiante, por isso é tão importante escolher uma de confiança, afinal ela terá acesso a todas as suas chaves e movimentações
  • Carteiras não-custodiantes: são aquelas que oferecem controle total ao investidor sobre seus fundos. Nesse caso, somente o próprio investidor teria acesso às chaves e a movimentação. Algo interessante desse modelo é que o investidor também tem acesso e controle sobre as taxas de transação, tanto para acelerar quanto para diminuir
  • Hot Wallets: são as carteiras que estão sempre conectadas com a internet, ou seja online
  • Cold Wallets: são carteiras que ficam offline

Segurança é a palavra chave quando falamos sobre carteiras digitais.


Escolha uma carteira que em primeiro lugar seja segura, procure e pesquise se a carteira contém recursos de segurança avançados como reconhecimento facial, biometria.


O mesmo vale para a reputação da empresa e dos seus desenvolvedores, pesquise quem são eles e o que o público tem falado a respeito.

É seguro comprar criptomoedas?

Afinal de contas, é seguro investir em criptomoedas?


Bom, como em qualquer tipo de mercado, o investimento em criptomoeda é definido de acordo com o perfil do investidor.


Tendo em vista que, criptomoedas são consideradas um ativo de risco por pertencer a um mercado volátil, geralmente é recomendada para investidores com perfis mais agressivos.


Porém, mesmo com esse risco, a segurança em investir em criptomoedas também está associada à tecnologia blockchain e a criptografia, que proporciona credibilidade e um ambiente mais seguro para todos, por conta do armazenamento de dados.


Através de sua tecnologia, outro ponto de segurança seriam as chaves privadas. Um código que somente o proprietário de uma carteira pode ter acesso, o que traz mais transparência aliado ao protocolo seguro e criptografado que garante seu funcionamento.


Obviamente é muito importante estudar sobre o mercado, fazer um plano de estudos e pesquisa sobre riscos calculados, sobre as empresas de confiança no segmento.

Dessa forma você se sentirá mais seguro na hora de investir.


Mesmo que o mercado seja considerado de risco por causa da sua volatilidade, investidores mais preparados acabam tomando decisões mais assertivas e coerentes.

Como ganhar dinheiro e investir em criptomoedas?

É possível e existem algumas formas de ganhar dinheiro com criptomoedas, porém é importante lembrar que trata-se de um ativo volátil e de alto risco.


Portanto, antes de tomar essa decisão, é preciso estudar profundamente e entender os riscos e oportunidades que esse tipo de operação oferece.


Separamos aqui, 8 dicas de como ganhar dinheiro com criptomoedas, confira:

1- Mineração

A mais conhecida forma de ganhar dinheiro com criptomoedas é a mineração. Conforme você já leu neste guia, trata-se de um processo complexo que necessita hoje em dia de muito poder computacional.


Além de consumir muito tempo e também muita energia elétrica, para valer realmente a pena, seria necessário ter vários computadores ou aparelhos específicos como o ASICS.


Segundo a Compass Mining, uma empresa que fabrica diversos modelos destes equipamentos, cada aparelho ASICS custa em média R$35 a R$55 mil, tendo em média de lucro diário em torno de $23.

2- Jogos

Em plataformas atuais de jogos, quem curte games online já está até acostumado a, eventualmente, pagar para jogar.


Muitas delas possibilitam que os jogadores façam transações entre si, negociando objetos, fantasias e avatares através de tokens digitais, que comprovam a propriedade de bens intangíveis e que só existem no mundo virtual.


Dentro desses games de realidade virtual, você vai ganhando bens ao passar fases dos jogos e depois pode negociar esses prêmios em criptomoedas.


Farsite, The Sandbox, Chain Monsters entre outros vem ganhando cada vez mais destaque movimentando em média juntos, mais de 3 milhões de pessoas no mundo.


Vale lembrar que deve-se tomar cuidado com jogos de realidade virtual, pois alguns deles acabam gerando vícios e daí como envolvem dinheiro, corre-se o risco de acabar tendo mais prejuízos do que propriamente lucros.

3- Recebendo como forma de pagamento

Pessoas que empreendem ou tenham um estabelecimento comercial ou então que prestem algum tipo de serviço, podem oferecer aos seus clientes essa modalidade de pagamento.


Ela funciona da mesma forma como outros tipos de pagamento como cartões de crédito, pix, QR code.


Recebendo em forma de criptomoedas, você tem a opção de guardá-las em uma carteira digital para convertê-las em reais no melhor momento possível, ou seja, quando elas estiverem em alta.


Isso pode ajudar de alguma forma a melhorar as margens do seu negócio, graças ao ganho do capital de criptomoeda.


De qualquer forma essa ação deve ser muito bem planejada, pois devido a ser um mercado muito volátil, pode-se correr o risco de perda também, caso as criptomoedas sejam convertidas em reais em um momento em que elas estejam em baixa.

4- Trade

Também é possível ganhar dinheiro fazendo trade, que é quando você ganha na diferença de preço entre compra e venda.


Essa é uma forma interessante para quem já pratica esse tipo de modalidade, pois devido a volatilidade da criptomoeda, ou seja, a oscilação dos preços acaba gerando grandes oportunidades de compra e venda.


Vale a pena ressaltar que para esse tipo de investimento, é importante desenvolver habilidades e técnicas de conhecimento desse mercado de ações, antes de sair por aí comprando criptomoedas sem ter o devido conhecimento de trade.

5- Compra a longo prazo

Talvez essa seja a forma mais simples e descomplicada de ganhar dinheiro com a valorização das criptomoedas.


Basta comprar uma ou mais criptomoedas e guardar até que os preços aumentem o suficiente para revender e obter lucros.


Como exemplo podemos fazer essa analogia, se comprarmos criptomoedas a R$ 200.000,00, acompanharmos as negociações e a variação do mercado e vendermos a R$ 264.000,00, teremos um ganho de 64% sobre o valor aplicado.


Lembre-se de que, deve-se ter muita cautela e estudar com calma todas essas possibilidades, pois assim como outros ativos, as criptomoedas já enfrentaram grandes períodos de baixa nos preços.

6- Empréstimos de criptomoedas

Conhecido também como staking, este modelo de ganho se assemelha bastante e funciona da mesma forma como uma conta poupança em bancos tradicionais.


As criptomoedas são emprestadas para plataformas digitais específicas, conhecidas também como DEFI, que te recompensam com juros. Porém, essas criptomoedas são emprestadas e utilizadas nessas plataformas para dar liquidez em outras operações efetuadas por outras pessoas.


Obviamente essas plataformas pagam juros bem maiores do que os juros pagos pelos bancos convencionais, porém o risco também é alto.


Nesse tipo de operação, suas criptomoedas não podem ser comercializadas e ficam retidas durante o tempo em que estiverem sob a custódia da plataforma e com isso ficam sujeitas a todas as oscilações no mercado sem que você possa fazer nada, além do risco da plataforma ser um golpe.


É um modelo de ganho que deve ser analisado com cautela, pois ainda existe o risco de ataques de hackers dentro dessas plataformas, portanto, vale a pena pesquisar e analisar com calma antes de ingressar nessa modalidade.

7- Arbitragem

É uma estratégia de negociação que explora a diferença de preço de uma exchange para a outra.

Na arbitragem se compra onde está mais barato e vende onde está mais caro, ganhando na diferença do preço.


Isso acontece devido a liquidez que cada exchange possui.


Apesar de parecer uma estratégia simples e de lucro imediato, é importante lembrar que devemos incluir nessa operação a corretagem das exchanges, eventuais taxas para resgate do valor, além das taxas que são destinadas ao mineradores para rebalancear as reservas.

8- Airdrops

Airdrops é uma estratégia utilizada por empresas novas de criptomoedas para atrair novos adeptos.


Elas distribuem gratuitamente criptomoedas para ajudar na divulgação do seu projeto e para despertar interesse no investidor, que tem a oportunidade de começar a comprar e investir nessa moeda ajudando no seu crescimento.


É interessante estar de olho nessa oportunidade também, pois quem sabe depois de alguns anos, aquela moeda não poderá estar valendo um valor bem significativo.

Quais são as principais criptomoedas?

Sem dúvida, o mercado de criptomoedas está em constante crescimento.


No registro mais recente, o número de criptomoedas que existe já ultrapassa os 14.000, sendo que algumas delas recebem investimento de pequenos grupos de apoiadores, enquanto outras são responsáveis por grande parte da capitalização desse mercado.


Desde a criação da Bitcoin em 2009, milhares de novas moedas virtuais com tecnologia de blockchain vêm sendo criadas com objetivo de oferecer melhorias e alternativas que vão desde o modelo de transação, tipo de validação, proposta de valor até sua finalidade.


Algumas delas como Bitcoin e Ethereum têm um histórico crescente de retenção e aumento de valor ao longo do tempo, enquanto criptomoedas menos conhecidas são consideradas muito mais especulativas e imprevisíveis


Nomes como Ethereum, Litecoin, Dogecoin, Ripple, Bitcoin Cash surgiram na última década sendo lançados com alternativa melhorada ao Bitcoin, por isso são classificadas como “altcoins”

Abaixo, vamos explorar mais sobre as principais criptomoedas compradas no mercado, suas características e também a cotação das criptomoedas.

Bitcoin (BTC)

Abrindo o mercado financeiro para ativos digitais com base em criptografia, a criptomoeda Bitcoin (BTC) foi lançada em 2008, logo após a crise econômica que abalou a economia mundial.

É a criptomoeda mais popular, altamente valorizada e para muitos investidores foi a porta de entrada para o mercado de criptomoedas, possuindo estoque limitado de 21 milhões criptomoedas (o que significa, que quando esse número for atingido, os detentores dessa moeda poderão vender de acordo com a valorização de mercado que a moeda receber ou o contrário)

Hoje é a criptomoeda mais comprada, apesar da alta volatilidade ao longo de sua história.

Ethereum (ETH)

A segunda moeda mais popular do mercado de criptomoedas é a Ether da rede Ethereum.


Diferente do Bitcoin, a Ethereum não é apenas uma criptomoeda, mas uma plataforma online que permite aos seus usuários realizar uma série de funcionalidades em seu ecossistema utilizando sua própria moeda, a Ether.


Com tecnologia de rede que permite a programação de aplicativos descentralizados, carregamento de contratos inteligentes e transações, a rede Ethereum surgiu com a proposta de tornar as transações de moedas virtuais ainda mais rápidas.


Uma de suas características particulares é que por meio dessa rede, é possível “tokenizar” ativos físicos, como uma casa, obra de arte ou algum produto de valor elevado, além de possibilitar uma série de outras funções.

Binance Coin (BNB)

Emitida pela Binance, uma das maiores bolsas de criptografia do mundo, a Binance Coin foi lançada em 2007 e era usada como token ERC-20 na rede Ethereum, para permitir aos usuários pagar menos em taxas nas transações realizadas pela plataforma


Atualmente a Binance Coin está mais vinculada a rede Binance Smart Chain, plataforma de finanças descentralizadas com o objetivo de fornecer aos seus usuários uma infraestrutura mais rápida de transações e contratos inteligentes com taxas menores.


De acordo com especialistas, o congestionamento da rede Ethereum, impulsionado pela necessidade da diversificação de ativos na carteira de investimentos e pelas altas taxas, tem levado muitos investidores a comprarem a moeda.

Solana (SOL)

Solana (SOL) é uma rede blockchain lançada em 2020 que também vem ganhando seu espaço na lista das principais criptomoedas, graças à velocidade de suas transações baseada no modelo de validação a prova de história.

Operada em uma rede de computadores descentralizada, a Sol (como se conhece o nome de uma unidade dessa moeda) permite que seus usuários possam fazer transações sem a necessidade de um intermediário, além de estar chamando atenção pela quantidade e velocidade de suas transações, modelo de validação, e outras funcionalidades da rede, para desenvolvedores.

Cardano (ADA)

Liderada por Charles Hoskinson, um cofundador da Ethereum, a criptomoeda ADA pertencente a rede Cardano é mais um ativo digital que vem atraindo compradores à medida que mais pessoas usam sua tecnologia para financiar, comprar e vender no mercado.

Diferente das demais redes de criptomoedas, a Ripple é um produto financeiro centralizado para bancos em todo o mundo que transferem fundos de forma rápida e barata.

Seu principal objetivo é suportar transações de grandes corporações financeiras com a tecnologia de blockchain, agilizando ainda mais sua velocidade de execução.


Apesar disso, também possui sua moeda nativa (XRP).

Polkadot (DOT)

Polkadot, como muitas criptomoedas pós-Bitcoin, é um token que pode ser comprado ou vendido por meio de bolsas e um protocolo descentralizado.


O diferencial dessa rede de cripto é que ela nasceu com o intuito de conectar diferentes blockchains para que possam acessar a validação de prova de aposta em sua rede, aumentando a segurança e possibilidades de transações com sua moeda, o DOT.


Basicamente, o DOT é a moeda (token interno) da rede Polkadot, e com esse token além das finalidades de investimento, é possível que os proprietários votem em possíveis alterações de código, que são atualizadas automaticamente na rede sempre que há um consenso entre os usuários da rede.

Litecoin (LTC)

Litecoin (LTC) é uma criptomoeda lançada em 2011 com a visão de fornecer transações de criptomoedas de forma rápida e barata. Em seus primeiros anos foi frequentemente classificada como a segunda maior criptomoeda. A semelhança com o Bitcoin vem tornando o Litecoin popular entre aqueles que procuram uma alternativa mais acessível ao Bitcoin.

Entre suas características gerais, o Litecoin é uma moeda digital descentralizada, usa tecnologia blockchain para processar e registrar transações, com lotes de transações que adicionam continuamente mais blocos de informações ao blockchain Litecoin.

Como e quando surgiram as criptomoedas

A história das criptomoedas se inicia com a criação da primeira delas, chamada Bitcoin, a mais famosa e mais valiosa do mercado.


Inventada por um pseudônimo chamado Satoshi Nakamoto no ano de 2009. Dando ênfase ao “pseudônimo” até hoje ninguém sabe ao certo quem é Satoshi, se é realmente um homem ou um grupo de pessoas.


Existem muitas teorias ao redor disso e muito mistério sobre quem foi seu inventor.


Sabemos que, Satoshi Nakamoto começou a codificar a primeira implementação do Bitcoin na programação C + + em Maio de 2007.


Em Agosto de 2008 ele enviou e-mails para dois grandes desenvolvedores respeitados da época, um deles Hal Finney, um engenheiro de software, mostrando as primeiras versões do White Paper (manual), os dois deram um feedback positivo a respeito do projeto.


Alguns meses depois, em Outubro de 2008, Satoshi publicou este white paper do Bitcoin em um grupo de criptografia, apesar de gerar certa curiosidade não despertou grande interesse.


Foi então que finalmente em 3 de Janeiro de 2009, Satoshi abriu o código-fonte oficialmente e colocou para rodar toda a rede Bitcoin.


Já na época muitos desenvolvedores ficaram curiosos e colocaram seus computadores para trabalhar na rede do Bitcoin e dessa forma contribuir enviando relatórios de execução do software.


Daí em diante, aos poucos a rede bitcoin foi ganhando atenção nas primeiras comunidades de tecnologia, e as notícias dessa criação incrível foram se espalhando deixando claro que havia se estabelecido uma nova forma de dinheiro na internet.


Já no primeiro ano da rede, apesar de já ter alguns usuários executando a rede ele não era precificado, não valia nada.


Satoshi permaneceu por mais alguns anos trabalhando no código e liderando a comunidade em torno do Bitcoin, até que em Abril de 2011 ele entregou o controle do site bitcoin.org para o desenvolvedor Gavin Andresen.

Fato que é que, atualmente, ele acumula em seu endereço virtual cerca de 700 mil bitcoins.


Se a gente calcular isso no valor do preço atual de US$ 60 bilhões, podemos dizer que Satoshi é hoje um multi bilionário.


Pelo que se sabe desde então, nunca mais se ouviu falar em Satoshi Nakamoto, nunca sequer houve uma prova de quem ele seja.


Muitas especulações giram em torno desse mistério, já se passaram exatos 13 anos de existência das criptomoedas e ainda não estamos nem perto de afirmar quem foi de fato seu criador.

Muita gente se pergunta, porque o criador de algo tão revolucionário se mantém em anônimo até os dias de hoje sem ganhar nenhum crédito e reconhecimento.

Podemos pensar como seria conhecer alguém que:

  • Tenha inventado uma criptomoeda descentralizada
  • Que não depende de banco central nem de governo para rodar
  • Global, que pode ser transacionada no mundo inteiro


Será que, se essa pessoa fosse pública estaria viva ainda, ou que o projeto do bitcoin teria ido para frente?


O Bitcoin e as criptomoedas mexem com o centro do problema político e mundial: a centralização de poder, de decisão e de renda, além de destruir com os serviços mega custosos e de eliminar a necessidade de intermediários.


Então, como vimos, Satoshi Nakamoto tem bons motivos para querer permanecer anônimo, e é bom que ele continue assim porque parte do sucesso das criptomoedas, vem do fato de elas serem totalmente descentralizadas e não haver um dono.

FAQ - Dúvidas comuns sobre criptomoedas

Qual o valor mínimo para investir em criptomoedas?

Não existe um valor mínimo para investir em criptomoedas, cada investidor cria seu plano de investimento e usa o valor que achar melhor. Porém vimos no mercado que hoje existem algumas exchanges que estipulam um valor mínimo, por isso vale a pena pesquisar e escolher uma que se encaixe ao seu perfil.

Como comprar criptomoedas no Brasil?

No Brasil, podemos comprar criptomoedas diretamente das exchanges, comprar de um ETF de criptomoedas ( fundos negociados na bolsa de valores) ou então, investir em fundos de investimento em criptomoedas, que podem ser feitos através de uma corretora de valores convencional.

O que é um ETF de criptomoedas?

É um fundo de investimento negociado na bolsa de valores, como se fosse uma ação, baseado em recursos de diversos investidores que geram um índice de referência. No caso das criptomoedas, o ETF acompanha os marcadores deste ativo.


Ranking das criptomoedas

NomeSímboloPreçoVariação 24hVariação 7dCapitalizaçãoVolume 24hMoedas no mercado
1Logo Bitcoin (BTC)BitcoinBTCR$ 102.262,92
0.24%
8.65%
R$ 1.951.660.393.959,77R$ 75.725.205.905,5519.084.731
2Logo Ethereum (ETH)EthereumETHR$ 5.632,87
0.68%
12.50%
R$ 683.854.888.436,10R$ 40.825.189.948,57121.404.252
3Logo Tether (USDT)TetherUSDTR$ 5,33...
1.73%
R$ 352.494.852.772,34R$ 194.455.922.152,2066.081.540.012
4Logo USD Coin (USDC)USD CoinUSDCR$ 5,34
0.04%
1.74%
R$ 297.910.818.256,13R$ 11.123.184.099,5455.802.605.113
5Logo Binance Coin (BNB)Binance CoinBNBR$ 1.159,47
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